quinta-feira, 2 de julho de 2015

Distinções cibernéticas

Já fazia falta um post sobre outro tema que não a minha vida na Roménia. Cá está ele. Só para dizer que ganhei um passatempo na Internet.
É. Há um blog português dedicado à NBA (o SeteVinteCinco), que anualmente convida os seus leitores a adivinharem os resultados dos playoff da competição. Após duas participações sem grande sucesso, desta vez cometi a proeza de acertar nos vencedores de todas as rondas, algo inédito na história do passatempo. 15 em 15, uma bracket perfeita.


O prémio é este poster engraçado, que só vou poder apreciar quando for a Portugal, daqui a sei lá eu quanto tempo.




E já que estou a falar em distinções cibernéticas, aproveito para mencionar outra coisa. Numa altura em que passa um ano desde a minha viagem à Finlândia, a página Visit Helsinki lembrou-se de perguntar aos seguidores que música lhes fazia recordar a capital finlandesa. Meio a gozar, meio a sério, respondi ao repto com "Darude - Sandstorm". Na realidade foi o contrário, Helsinki é que me fez lembrar esta música dos meus tempos de infância, quando me sentei na escadaria em frente à Catedral Luterana, a contemplar a Senaatintori. "Caraças, o Ville Virtanen também se sentou aqui no início do videoclip da Sandstorm!", pensei. E como este tema do DJ finlandês se tornou uma resposta da moda quando alguém pergunta o nome de uma música qualquer (devido a um live streaming de um jogo qualquer chamado league of legendsm que não faço ideia do que seja), pumba.
Ora, acontece que as pessoas que gerem esta página tiveram a minha resposta em consideração, e integraram a minha sugestão musical na "traveler soundtrack of Helsinki".



Caraças pá. Com tanta música boa por onde escolher, entre Nightwish, Ensiferum, Korpiklaani, Apocalyptica, Sonata Arctica, e por aí fora... Se soubesse que o meu nome iria figurar nesta lista, teria certamente dado outra sugestão. 
Que se lixe. O importante é que ganhei um passatempo, e dei uma sugestão musical considerada válida. Pelo menos o mundo virtual não me deixa com a sensação de que sou meio apanhado da cabeça, como acontece na minha convivência com o mundo real. Mas o mundo real é que interessa...

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